Um estudo inédito da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas apontou que a bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta R$ 13,5 bilhões anuais no Pará, impulsionada por cadeias como mandioca, pesca, cacau e açaí. O levantamento destaca que o setor emprega mais de 271 mil pessoas, mas enfrenta entraves como informalidade, baixa industrialização e impactos climáticos. A pesquisa também indica que fortalecer cooperativas e ampliar o beneficiamento local podem aumentar a renda das comunidades e o retorno econômico ao estado.
Foto: Pedro Guerreiro/Agência Pará

