O processo, que está em andamento com a infraestrutura chamada Nuvem Soberana do SUS, deve tornar o Brasil um dos únicos países com soberania sobre dados públicos de saúde, armazenando e processando informações exclusivamente em território nacional sob a legislação brasileira, incluindo a LGPD . A primeira fase da migração envolve o Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS) e a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), que reúne mais de 5 bilhões de registros de saúde, e é gerenciada em parceria com o Serpro e o DataSUS . O ministério destacou que, para o cidadão, a mudança se reflete em maior segurança, continuidade e evolução dos serviços digitais, com menor risco de interrupção e maior controle sobre os dados . A iniciativa busca reduzir a dependência de provedores estrangeiros de nuvem e proteger informações sensíveis da saúde pública brasileira . A migração está alinhada à Política Nacional de Governança Digital no âmbito do SUS .
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

