A gastroenterologista Renata Barth Almeida explica que a cafeína e os ácidos da bebida estimulam a produção de ácido gástrico e reduzem a pressão do esfíncter esofágico, favorecendo azia e regurgitação, além de interferir na absorção de ferro e aumentar a eliminação de cálcio; o consumo não deve passar de três xícaras diárias, e pessoas com predisposição a problemas digestivos devem evitar a bebida durante ou logo após as refeições.
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