Streaming público Tela Brasil estreia com 555 obras gratuitas e acesso via Gov.br para democratizar o audiovisual nacional

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Lançada neste sábado (30) na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, com a presença do presidente Lula e da ministra Margareth Menezes, a plataforma coordenada pelo MinC e desenvolvida com a UFAL investiu R$ 9 milhões entre 2024 e 2025 para licenciar um catálogo que vai desde clássicos de 1910 a produções de 2025, incluindo “Central do Brasil”, “Cidade de Deus”, “Xica da Silva” e 19 títulos que representaram o Brasil no Oscar. Com foco em diversidade — cinema negro, indígena, dirigido por mulheres e justiça climática — todas as obras selecionadas via edital público contam com audiodescrição, legendagem descritiva e Libras. O presidente Lula defendeu a plataforma como ferramenta de soberania cultural contra “enlatados de má qualidade”, enquanto a ministra Margareth Menezes destacou que o gargalo da distribuição impedia o acesso do povo à sua própria produção. O acervo inclui 267 curtas, 139 longas, 85 médias e 64 seriados, com perfis “Cidadão” (individual gratuito) e “Direcionado” (exibições coletivas em escolas e museus). Aplicativos móveis devem estar disponíveis em até 30 dias.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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