A combinação da vacina personalizada intismeran, que codifica até 34 neoantígenos do tumor de cada paciente, com a imunoterapia pembrolizumabe reduziu o risco de recidiva do melanoma em pacientes com estágios IIB a IV após cirurgia, em um marco inédito para a tecnologia de mRNA no câncer; os testes iniciais em pâncreas, mama triplo-negativo e pulmão mostraram sinais promissores, mas ainda em fases iniciais, com desafios adicionais para produção em escala, redução de custos e tempo de fabricação, que atualmente leva de 60 a 120 dias por paciente.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

